terça-feira, 4 de novembro de 2008

Mais da Semana de Letras da Estácio

Restante da programação
05/11 – 9h30min Oficina: Atualização acadêmica e cultural do Curso de Letras Profa. Ms. Tatiana Vieira Barcelos (Universidade Estácio de Sá) Local: Auditório
05/11 – 19h Palestra + Debate: Machado de Assis e a religião Palestrante: Profa. Ms. Maria Eli Ribeiro (Universidade Estácio de Sá) Local: Auditório
05/11 – 20h30min Palestras + Debate: Danças Urbanas Palestrante: David M. da Silva Jr. (Graduando em Letras / Universidade Estácio de Sá) e apresentação do grupo “Top Street Dance” Local: Auditório
06/11 – 8h Oficina: Bossa Nova Profª.Heloisa Abad Local: Auditório
06/11 – 9h Oficina: Gregório de Matos e o cinema 10h – Apresentação das pesquisas discentes do Curso de Letras e Sarau Lírico Palestrante: Prof. Ms. Bibiano Gomes (Universidade Estácio de Sá) Local: Auditório
06/11 – 19h Palestra + debate: A arte de ver: palavras ligadas ao olhar e domínios conexos Prof. Dr. Deonísio da Silva (Vice-Reitor de Cultura e Coordenador Geral do Curso de Letras / Universidade Estácio de Sá) Local: Auditório
06/11 – 21h Oficina: Introdução à neurociência da linguagem Palestrante: Profa. Doutoranda Edna Inácio da Silva e Silva (Universidade Estácio de Sá) Local: Auditório
07/11 – 8h Oficina: Machado e o Cinema 9h – Palestra + debate: A prospectiva da obra de Machado de Assis Profa. Dra. Nadia Barbosa (Universidade Estácio de Sá) 10h30min - Palestra + debate: O projeto “Casa Stefan Zweig” em Petrópolis Prof: Dr. Johannes Kretschmer (Universidade Estácio de Sá / Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Local: Auditório
07/11 – 19h Poesia e Música Palestras, leituras e lançamentos de livro + debate Prof. Dr. João Batista Vargens (Universidade Estácio de Sá / Universidade Federal do Rio de Janeiro) Prof. Dr. Roberto Bozzetti (Universidade Estácio de Sá) Local: Auditório
08/11 – 10h Oficina: O romance realista do séc.XIX Prof. Roberto Bozetti Sala: 108 Local: Auditório
08/11 – 12h Palestra + Debate: O Brasil e a Alemanha: relações literárias Palestrante: Profa. Rafaela Mathias (Graduanda em Letras / Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Local: Auditório
08/11 – 13h Encerramento
21/11 – 19h Palestra + debate: Walter Scott e a literatura brasileira Palestrante: Profa. Dra. Ana Lúcia de Souza Henriques (Universidade Estácio de Sá / Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Palestra + debate: A nova ortografia Palestrante: Prof. Dr. Claudio Cezar Henriques (Universidade Estácio de Sá / Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

Grupo do PIC na VII Semana de Letras do Campus Petrópolis

Programação
03/11 – 11h Oficina: Poesia de Língua Portuguesa Profª. Patricia Camargo Local: Auditório
03/11 – 19h15min
Mesa Redonda + Debate: O papel do intelectual nos países africanos de língua portuguesa Palestrantes: Amanda Santos (Graduada em Letras / Universidade Estácio de Sá), André Sampaio (Mestrando / Universidade Federal Fluminense), Patrícia Camargo (Mestranda / Universidade Federal Fluminense) e Rosimere Correia Laranja (Pós-graduanda em Literaturas de Língua Portuguesa / Universidade Estácio de Sá Local: Auditório
03/11 – 21h Palestra + Debate: A música na época da Família Real do Brasil Palestrante: Maestro Carlos Fecher (Mestre em Música/UFRJ) Local: Auditório
04/11 – 9h Palestra + Debate: Danças Urbanas Palestrante: David M. da Silva Jr. (Graduando em Letras / Universidade Estácio de Sá) e apresentação do grupo “Top Street Dance Local: Auditório
04/11 – 10h Leitura e Formação: Apresentação + Debate das pesquisas Científica do Curso de Pedagogia Palestrantes: grupo coordenado pelas professoras Dra. Sandra La Cava e Profa. Dra. Adriana Hoffmann Fernandes Local: Auditório
04/11 – 19h Palestra + Debate: Machado de Assis: o narrador e o tempo – a consciência do caráter verbal da criação literária Palestrantes: Paula Machado (Mestre em Literatura Brasileira / Universidade Federal Fluminense) Local: Auditório
04/11 – 20h Apresentações de alunos do Curso de Letras da Universidade Estácio de Sá Local: Auditório

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Uhuuuu, Nova Iguaçu!

Nunca foi tão aventureiro sair de Petrópolis, com o objetivo de compartilhar experiências científicas, quanto ir a Nova Iguaçu para participar e prestigiar a Semana Paulo Freire na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Aqui, contarei a todos – até mesmo a nossas queridas professoras – o que rolou nos bastidores. Divirtam-se!
A NOTÍCIA. . .
Notícia do fim da manhã: o carro da Rural não vem nos buscar. Para completar, somente pagarão as despesas de um carro. E agora? Teremos que deixar os únicos dois companheiros que iriam, dos seis que somos, para trás. Que chato! Não é nada legal ficar sem o apoio do restante do grupo, mesmo tendo as excelentes e seguras companhias de Sandra La Cava (A Conhecida de Petrópolis – depois com calma explicarei a denominação) e Adriana Hoffmann (A Fotógrafa de Plantão).
A SAÍDA. . .
Bem. . . Acho que agora podemos ir! Não, espere! Ainda tem um detalhe. NÃO SABEMOS O CAMINHOOOOOOOOO! Bom, Bom, Bom, não tá, mas tá bom! Ligação para Rural: expliquem-nos o caminho! Marido de Adriana: vai pela Avenida Brasil*, é mais fácil. Adriana: alguém trouxe máquina fotográfica? Maria Clara: eu trouxe. Adriana para seu marido: você está com sua máquina aí? Marido de Adriana: não. Mas passa na tua mãe e pega a dela. Adriana: não dá tempo de passar lá e pegar a máquina. Aquela sua grandona tá aí? Marido de Adriana: silêncio. Está no carro. Adriana: pode deixar que eu cuido dela. Não vai quebrar. Sandra tira o carro, últimas indicações do marido de Adriana. ENQUANTO ISSO. . . Ficamos no sereno (típico de Petrópolis) esperando “Sandrinha” destravar as portas.
AAAAHHHH! ENFIM DENTRO DO CARRO A CAMINHO DA RURAL. . .
Comentário cochichado entre as alunas (Priscila e Eu, Maria Clara): preparada para nos perder? (risos) Chegando à baixada, parada no posto para abastecer e aproveitar para pedir informações. Pensamento: será que deveríamos pedir mais informações?** Saímos do carro, pois carro a gás não é muito seguro “pagar pra ver”. Então seguimos (correção) tentamos seguir a informação coletada no posto. HAHAHA! Adivinhem? Andamos em círculos. Novamente pedimos informações: onde fica a Via Light? Mais uma vez: voltas. Mais uma vez informações: onde fica a rodoviária? Mais uma vez chegamos a lugar algum. Será que existem duas rodoviárias, uma nova e outra velha, pensamos enquanto ríamos dessa situação. Informações: segue o ônibus das Flores (nome da compania) – nossa última informação. Seguimos. Comentário da professora Sandra: uma vez me disseram a mesma coisa e perdi o ônibus no semáforo. Fiquei andando em círculos, quando o guarda me apitou e falou para eu seguir outro ônibus. Disse que perderia de novo e ele falou que dessa vez era certo. Tchantchararam! Quase perdemos o ônibus no semáforo. O que isso lembra a vocês? Sem comentários!
A DESISTÊNCIA. . .
Ligamos novamente para a Rural, tentando achar a
Via Light Via Light Via Light Via Light
Conseguimos. Entramos nela. Andamos um pouco mais e, então, desistimos porque não sabíamos mais para onde ir, que caminho pegar a partir dali para chegarmos na UFRRJ. Paramos em um acostamento que não existe perto dos muros da Light com uma placa nos seguintes dizeres: Cuidado fios de alta tensão. Que animador! Nossa jornada terminou quando o rapaz que mandaram para nos salvar chegou a pé. A pé?!? Como a pé? Pois é. E não é que era perto.
*Desculpe se não foi essa a indicação exata que ele deu. Considere apenas como uma ilustração, por favor.
**Respondendo ao Pensamento: acho que era melhor termos ficado com as duas primeiras instruções que por si só já nos enrolariam mais adiante.
Maria Clara

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O professor, o leitor e a narrativa... – refletindo sobre o nosso processo de formação

Um comentário da professora Silvia me fez ter vontade de escrever esse texto. A experiência que vivemos hoje na oficina da Rural também. Afinal, o que nos forma enquanto leitores, professores, profissionais?
Quantas vezes não ouvimos nos diferentes espaços de atuação as pessoas dizerem que “a Universidade não os preparara para serem leitores, para serem profissionais competentes e etc”?
Posso dizer a vocês, leitores, que as aulas no Magistério (Curso Normal) e Universidade (curso de graduação, especialização, mestrado e doutorado) também não me prepararam para ser professora. Não nessa ótica de que falam as pessoas, do aprender a fazer com uma receita... Aprendi a partir desses espaços a refletir, a articular conhecimentos, a buscar as referências para as minhas dúvidas, a consultar profissionais e a trocar experiências com outros sabendo que por mais que eu aprenda sempre há algo mais para aprender... Sabendo que é essa articulação criadora que me forma e está me formando sempre como pessoa e profissional.
Enquanto professora sei que a sala de aula nos desafia continuamente a cada vez que nos defrontamos com um público diferente, um contexto diverso, um novo livro lançado, uma pesquisa recentemente concluída, um filme que nos fez pensar... Tudo isso nos desafia a articular o nosso olhar à sala de aula, trazer o universo mais alargado do nosso olhar pela experiência vivida para que, assim como nós aprendemos a ver diferente a partir de nossas buscas, os nossos alunos também busquem sempre. Esse é, na verdade, o papel do professor: o de provocador da curiosidade dos alunos, do início da busca na sala de aula e na vida. A escola (e as instituições educacionais em geral) podem ser esse espaço de formação se as pessoas (professores e alunos assim o quiserem).
Mas sabemos que provocar o pensar, o ver dá trabalho... Nossa busca é sempre nova a cada nova experiência se temos a curiosidade da aprendizagem. Do contrário, bastará reproduzir o que está nos livros, não criar nada de novo, nada seu, nada que seu olhar e sua experiência possam trazer de novo... Agem assim os que acham que sabem tudo e que, por isso, não podem ver duas vezes um mesmo filme, voltar a um livro, olhar de novo para a mesma situação já vivida... Só assim se aprende.
A experiência que este grupo do PIC está vivendo é parte disso. Mostra, por exemplo, como uma oficina aparentemente “igual” pode ser tão diferente quando vivida junto a um público de um contexto diferente, uma cidade diferente, com experiências e faixa etária diferente. Imagine se eu tivesse uma “receita” de oficina que funcionasse do mesmo jeito em qualquer contexto e público... Se eu tivesse a “fórmula”, a oficina não seria com “pessoas” e eu talvez não estivesse aqui. Conseguida a “receita” para que precisaria eu continuar estudando, buscando livros, vendo filmes, indo a eventos, trocando experiências com outros se eu já tivesse a “fórmula” que dá certo sempre?
O professor tem esse desafio de, ao lidar com o ser humano, viver constantemente essa incompletude do ser que sempre cresce mas que nunca se completa... Nos formamos em todos os espaços e são tantos os espaços que muitos ainda não descobriram tudo o que os forma a cada dia. Que as experiências vividas por cada um de nós sejam sempre formadoras... E só serão formadoras quando se faz disso, motivo de reflexão, de troca e de aprimoramento constante de nossa ação enquanto professores e alunos que somos nos diferentes contextos em que vivemos.Vamos pensar sobre isso?
Adriana Hoffmann

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Clarice: experiência imortal

Olha a gente aqui de novo, para narrar nossas experiências, contar nossas histórias, chegar até você, leitor.
Contaremos um pouquinho de nossa inesquecível visita ao CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil - RJ) na qual, em uma maravilhosa tarde ensolarada pudemos apreciar minunciosamente a trajetória de vida de uma mulher revolucionária, que foi sem dúvida uma das maiores escritoras desse país. Se Clarice Lispector não tinha a intenção de, com suas palavras transformadas em contos, levar o leitor a mudar a sua visão ou pelo menos a começar um processo reflexivo interior, ao menos deveria ter o desejo de se imortalizar em cada linha escrita.
Acreditamos que este desejo seja a essência das histórias, mesmo que o autor, conscientemente, não o tenha como propósito. Afinal, basta ver quantas histórias vivem até hoje e nos revelam seus autores, por vezes, desconhecidos.
Gostaríamos também de compartilhar com vocês nossa apresentação no campus Nova América, na Estácio, do trabalho “A narrativa e sua dimensão formadora de leitores”. Experienciamos a situação por nós narrada sendo vivenciada por cada pessoa ali presente. Essa é uma forma de imortalizarmo-nos na vida. Certamente nos tornamos personagens da narrativa de muitos deles. Assim, a Humanidade vai construindo sua história: ao conhecermos pessoas novas, seja pessoalmente ou mediada por suas obras; conhecemos novos lugares e, principalmente, quando compartilhamos esses momentos com o ser mais próximo. A palavra tem poder. E ainda há quem duvide disso.
Então é isso aí galera, espero que vocês tenham mergulhado no universo mágico da narrativa e que a partir de nossas experiências possam construir suas próprias experiências. Até a próxima!
Maria Clara, Maira e Priscila

Mais uma oficina - agora na UFRRJ (Rural)

III SEMANA PAULO FREIRE E I SEMANA DE ENSINO DE FILOSOFIA -UFRRJ
Pluralidades e Educação
Na próxima semana no dia 28.10 o grupo do PIC estará realizando atividade na Rural. Abaixo divulgação e site com a programação do evento. Na programação constam apenas os professores responsáveis por cada atividade mas em muitas delas tem sempre alunos envolvidos (como é o caso da nossa). Dêem uma olhada e apareçam! As inscrições no evento devem ser feitas via internet.
Programação
Oficinas e Mini-cursos
http://www.ufrrj.br/paulofreire/